Preparar a apresentação de Didática de
Economia e a próxima aula a dar. Uff! Ao menos já conheço, mais ou menos, os alunos. Isso ajuda
.
sábado, 7 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Portugal troca 6,6 mil milhões de euros em dívida
Alberto
Teixeira
03/12/13 11:26
03/12/13 11:26
O IGCP concluiu
com sucesso operação de troca de obrigações que alivia os reembolsos de dívida
nos próximos dois anos.
Portugal convenceu os investidores a
trocarem 6,6 mil milhões de euros de um total de cerca de 27 mil milhões de
euros em obrigações do tesouro que venciam em 2014 e 2015 por outras obrigações
do tesouro com maturidade em 2017 e 2018.
O IGCP-Agência de Gestão de Tesouraria e
da Dívida Pública recomprou hoje 2.477 milhões de euros em obrigações do
tesouro com maturidade em 2014 e 4.164,5 milhões que venciam em 2015,
trocando-as por títulos a vencer apenas em 2017 e 2018.
No âmbito da operação, o Tesouro
português vendeu aos investidores que participaram na troca 2.675 milhões de
euros em títulos de dívida com maturidade em Outubro de 2017 e 3.965 milhões em
Outubro de 2018.
Esta operação de troca de dívida é
encarada pelos analistas como um primeiro passo para um regresso efectivo da
parte de Portugal aos mercados de dívida, abrindo caminho para uma emissão de
longo prazo no primeiro trimestre do próximo ano.
"Foi uma boa operação. À partida
pode parecer que face aos 27 mil milhões a quantidade trocada é baixa mas não
podemos relativizar", referiu Filipe Silva, do Banco Carregosa.
Acrescentou que: "Portugal alivia
os pagamentos para 2014 em 2 mil milhões de euros e alivia os pagamentos para
2015 em mais de 4 mil milhões. Ao todo são 6,6 mil milhões de euros que são
"adiados" para 2017 e 2018, sendo que a maturidade onde houve maior
percentagem de troca foi na que vencia em 2015".
Juros acentuam
quedas
Em reacção a esta operação, os juros da
dívida nacional acentuavam as quedas em todos os prazos em mercado secundário.
A 'yield' implícita nas obrigações a 10 anos desciam para os 5,846%, ao mesmo
tempo que a 'yield' nas obrigações a cinco anos deslizavam para 4,789%.
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